Atualmente, somente cerca de cinco por cento da produção brasileira se destina ao consumo humano e, mesmo assim, de maneira indireta na composição de outros produtos. Isto se deve principalmente à falta de informação sobre o milho e à ausência de uma maior divulgação de suas qualidades nutricionais, bem como aos hábitos alimentares da população brasileira, que privilegia outros grãos.
Projeto autoriza biólogo a ser responsável técnico em produção de sementes
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 3423/12, do deputado Ricardo Izar
(PSD-SP), que autoriza o biólogo a exercer a responsabilidade técnica
pela produção, beneficiamento, reembalagem ou análise de sementes em
todas as suas fases. Atualmente os responsáveis técnicos por essas
atividades são os engenheiros agrônomos e florestais. A proposta altera a
lei de crimes ambientais, que trata do Sistema Nacional de Sementes e
Mudas - Lei 10.711/03.
Segundo o autor, os conteúdos para o exercício dessas atividades
constam do núcleo de formação básica dos biólogos. "Vale frisar que
muitos destes conteúdos são oferecidos de forma compartilhada entre os
cursos de Ciências Biológicas, Engenharia Agronômica e Florestal, e que a
maioria dos docentes que ministram tais conteúdos são biólogos, sendo,
inclusive, autores de um grande número de trabalhos científicos e livros
na área", afirma.
Ricardo Izar argumenta ainda que se o Biólogo
detém habilitação técnico-científica não há porque restringir sua
atuação profissional na área de tecnologia de sementes e vivericultura,
que é a produção de mudas.
Tramitação
O projeto
tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de
Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de
Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e
Justiça e de Cidadania. fonte: Agrosoft http://www.agrosoft.org.br/agropag/222545.htm
Um sítio arqueológico é um local no
qual os homens que viveram antes do início de nossa civilização deixaram
algum vestígio de suas atividades: uma ferramenta de pedra lascada, uma
fogueira na qual assaram sua comida, uma pintura, uma sepultura, a
simples marca de seus passos.
Os sítios arqueológicos
são diferentes segundo o uso que os homens pré-históricos fizeram do
local. Cada local pode corresponder a uma função, mas há casos, como as
aldeias, onde vários tipos de atividades foram praticadas. Em uma aldeia
vive-se, o que significa lugares para dormir, para cosinhar, para
descansar, brincar, fabricar armas, utensílios, trabalhar a pedra, o
barro para fazer cerâmica, a madeira. Todos esses trabalhos produzem
vestígios que caem ao solo e que vão sendo, aos poucos, cobertos por
sedimentos.
Assim sendo os
vestígios mais antigos são os que estão bem no fundo, pois à medida que
avança o tempo, novos vestígios caem, novas camadas de sedimento se
formam e o sítio vai apresentando uma maior espessura de camadas
arqueológicas.
Quando o arqueólogo
começa a trabalhar ele faz o inverso: com seu pincel, sua pequena colher
de pedreiro, vai tirando os sedimentos e deixando no local os
vestígios. Quando tira os sedimentos de uma camada, numera e retira os
vestígios, passando então para a camada logo abaixo. Assim ele vai do
mais recente para o mais antigo.
Em geral os sítios
apresentam-se em concentrações espaciais pois correspondem a um povo, a
uma cultura, a qual explorava um território dado, nele deixando suas
marcas.
A pesquisa
arqueológica começa pela prospecção, que corresponde à fase na qual os
pesquisadores procuram encontrar vestígios que permitam o reconhecimento
dos sítios. A seguir passa-se à fase de documentação: faz-se o
levantamento topográfico do sítio, isto é seu mapa no estado em que foi
descoberto. Faz-se as fotografias, se há pinturas as mesmas são
fotografadas e copiadas. Em seguida dá-se início às escavações, única
maneira de poder datar os achados e definir quais os
povos que deixaram os vestígios que o arqueólogo encontrou.
Este museu a céu aberto, sediado em Garopaba, promove uma apresentação ao turista das oficinas
líticas.Essas oficinas eram locais onde os grupos pré-coloniais poliam
instrumentos de pedra, em áreas de acesso a costões, na beira de rios e
praias.
Supõe-se que os objetos polidos fossem utilitários e que as oficinas
estivessem associadas a sítios de habitação denominados sambaquis.
A técnica de polimento era baseada na abrasão da pedra através de
areia (agente abrasivo) e de água (agente diluente) sobre as rochas
escolhidas como oficinas. Os tipos de rocha mais usados eram o diabásio,
o diorito e o granito.
As oficinas testemunham a ocupação primitiva da Ilha de Santa
Catarina e tem sofrido com as ações de ocupações desordenadas.
Localizada logo
atrás da praia Central, em Garopaba (SC), a Lagoa das Capivaras está sendo
ameaçada pela ocupação desordenada em seu entorno.
fonte: Google earth
fonte: Googleearth
O despejo de uma grande quantidade
de matéria orgânica (esgoto) neste rico ecossistema está gerando
a ploriferação de uma alga que acaba impedindo a passagem da luz solar,
inviabilizando a vida das espécies que ainda vivem lá.
Das três lagoas, resta uma, além do canal
de ligação com o mar. Quem freqüenta a praia da Silveira, no canto sul,
pode ter idéia de como era, pois lá ainda tem uma lagoa com estas
características, também sofrendo com o assoreamento.
A ONG Amigos do Meio Ambiente (AMA)
mobilizou a comunidade para colaborar na retirada das algas e fez
parcerias com a Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina (UNESC) e
o Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas (IPAT), que colaboram
com as análises da qualidade da água.
Encontra-se situada bem ao centro do município, possui uma área total de aproximadamente 20 hectares, com a lâmina d’água correspondendo a aproximadamente 12 hectares, mesmo considerando parte da área em estado adiantado de eutrofização. A extensão é de 200 m de comprimento por 184 m de largura, e profundidade variando de aproximadamente 2 a 5 metros, dependendo do processo de assoreamento ocorrido sobre os vários pontos da lagoa. Conforme os níveis de matéria orgânica na água (ESTEVES, 1998b), a Lagoa das Capivaras pode ser classificada, como uma lagoa costeira de águas escuras, que, são caracterizadas por suas águas terem origem, principalmente, do lençol freático de áreas arenosas, rios cujas bacias de drenagem percorrem terrenos arenosos.
foto: Camila Abreu
foto: Camila Abreu
Nome popular: Marrequinha, Orelha de gato, Salvínia Nome científico: Salvinia sp Origem: América, Ásia e Europa
foto: Camila Abreu
Um dos grandes desafios enfrentados, hoje, é conciliar o desenvolvimento de uma região com os impactos que serão causados ao seu entorno. Deve-se ter um enfoque humanista, holístico, democrático e participativo de todos os moradores ao entorno de um empreendimento. No município de Garopaba como muitos em nosso País houve um desenvolvimento com surgimento de loteamentos, construções residenciais e comerciais, mas também onde a fiscalização para o cumprimento das Leis Ambientais foi deixada de lado.
Caso é raro em vertebrados e só tinha sido observado em animais em cativeiro. Pesquisadores afirmam que descoberta pode mudar compreensão sobre reprodução animal
BBC|
Tom Spinker/Flickr
Segundo cientistas, fenômeno não pode mais ser considerado 'novidade evolutiva'
Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez, por pesquisadores americanos da Universidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma.
Os cientistas encontraram fêmeas grávidas de víboras norte-americanas e analisaram geneticamente os filhotes, o que comprovou que elas são capazes de se reproduzirem sem o macho.
O fenômeno se chama partenogênese facultativa e só foi registrado antes em espécies em criadas em cativeiro.
Os cientistas dizem que a descoberta pode mudar a compreensão atual sobre a reprodução animal e a evolução dos vertebrados.
Até hoje, pensava-se que era extremamente raro que uma espécie normalmente sexuada se reproduzisse assexuadamente.
Identificadas primeiro em galinhas domésticas, os "partos virgens" foram também registrados recentemente em algumas espécies de cobras, tubarões, lagartos e pássaros.