sexta-feira, 21 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
A Enseada (The Cove) - Legendado PT-BR
Um grupo de ativistas enfrenta perigos como a máfia japonesa, policiais e pescadores para chegar a uma pequena baía em Taiji, no sul do Japão, e assim conseguir registrar o extermínio sangrento de golfinhos, usados para vários fins, entre eles comida para as crianças nas escolas, sem que observem o nível de toxinas presentes nas carnes. As cenas são reais e chocantes.
Título original: (The Cove)
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção:Louie Psihoyos
Atores:Joe Chisholm, Mandy-Rae Cruikshank, Charles Hambleton, Simon Hutchins.
Duração: 92 min
Gênero: Documentário
Campanha Nacional Contra o FINNING ๑۩۞۩๑Raphael.Peixinho๑۩۞۩๑
Os tubarões surgiram há 300 milhões de anos. Hoje em dia são conhecidas 350 espécies, a maioria é inofensiva ao homem.
Vertebrado elasmobrânquio, parente próximo das raias e, como estas, diferentes dos peixes, pela contração da coluna vertebral, estruturadas por meios de cartilagens.
Ainda são de nota, nos tubarões, os dentes, nascidos em fileiras sobre a membrana mucosa que reveste a boca.
Esta, situada na parte inferior da cabeça tem a forma de uma ferradura.
As ovas permanecem freqüentemente no interior do corpo das fêmeas até o término do desenvolvimento do filhote, que nasce cm aspectos muito semelhantes aos da mãe.
Os tubarões pequenos, como o cação, vivem nas proximidades do litoral, enquanto os de grande porte habitam a maior parte dos mares temperados e quentes.
Entretanto, a maioria dos grandes tubarões costuma ser encontra em alto mar. Por exemplo, o tubarão gigante, ou tubarão baleia, que pode atingir até 20 metros mais comuns nas águas americanas.
Entre as espécies francamente perigosas, devem ser mencionados, em primeiro lugar, o Tubarão Branco, também denominado anequim ou arlequim, da família dos amnídeos.
Em 1970, foi descoberto o tubarão tigre, ou tubarão adormecido. Pensava-se que esta era uma espécie muito perigosa de tubarões, mas vivem em cavernas, sem nadar. O fato de serem adormecidos justifica-se pelo alto teor de oxigênio na região, o que permite a ele respirar mais facilmente sem nadar. Isso também provoca um efeito narcótico agradável a ele.
O comportamento do tubarão longe do elemento humano é provavelmente muito simples. Quando complicamos o ambiente onde ele está nadando, incluindo todos esses curiosos campos elétricos, que durante a sua evolução ele nunca conheceu, reage estranhamente. Nós imaginamos que o tubarão é um animal louco, feroz, maníaco, na verdade está reagindo aos estímulos sensoriais que ele desenvolveu durante centenas de milhões de anos.
Durante a 2º guerra mundial, caçava-se tubarões para retirar o óleo do seu fígado para a lubrificação dos aviões. Hoje em dia, o óleo de fígado de tubarão tem uso médico.
No Japão a carne de tubarão é bastante consumida, sendo feito um bolo que pode ser consumido como petisco. A pele de tubarão recebe um tratamento especial e é utilizada como couro, confeccionando-se bolsas, carteiras e sapatos, que são comercializados a um preço bastante elevado.
Os tubarões enxergam razoavelmente bem, eles usam os olhos para localizar sua presa, depois ele confia quase que totalmente no seu tato. São atraídos por sons de pulsos regulares e de baixa freqüência. Ao contrário do que dizem, estes sons não afastam os tubarões, os aproximam mais.
A mordida de um tubarão tem uma força de 560kg/cm2, força suficiente para arrancar um braço humano.
Pensamos que devido à sua anatomia o tubarão poderia capturar somente o que estivesse abaixo dele, na direção de sua boca, mas, durante a captura de sua presa, ele levanta seu focinho, sua mandíbula é deslocada para fora, e seus dentes “arremessados” para fora. Seus olhos são recobertos por uma membrana semelhante à nossa pálpebra que protege quando a presa e debate.
Durante a época do acasalamento, os tubarões machos vão para onde as fêmeas estão. Os tubarões machos mordem a nadadeira ventral da fêmea, segundo especialistas algumas espécies, chegam a ter a pele 2 vezes mais espessas para suportar as modidas.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Lágrimas de Sereia "plastic Pellets" ou Esférulas plásticas.
Lágrimas de sereia
Marcus Fernandes
Antes de atingir o oceano e seguir flutuando até formar as chamadas ‘ilhas de lixo’, os detritos, principalmente plástico, tem como destino às praias. Aqui mesmo no litoral paulista é possível encontrar esse tipo de resíduo. Se você olhar atentamente, vai perceber que esse tipo de contaminação já se faz presente nas areias das praias da região. Aliás, você pode encontrá-las em praticamente todas as praias do mundo.
São pequenas bolinhas, que podem ser brancas, meio amareladas ou mesmo coloridas, tendo entre um e cinco milímetros de diâmetro – cabem na ponta do seu dedo.
Se você já viu essas bolinhas, que se misturam de forma quase imperceptível na areia, saiba que elas não são naturais e recebem vários nomes: pellets, nibs ou, mais poeticamente, ‘lagrimas de sereias’.
O que são? Nada mais, nada menos do que plástico, em geral polipropileno ou polietileno. É dessa forma, em pellets (bolinhas ou grânulos, em inglês) que a matéria prima dos produtos plásticos é fabricada nas indústrias químicas. Separados em mais de 40 diferentes tipos, esses grãos são então transportados pelo mundo inteiro.
Quando chegam às fábricas, eles são colocados em máquinas que darão o formato final desejado, tais como copinhos, garrafas, baldes, mamadeiras, isolantes de fiação, réguas, canetas, bolas, seringas, bonecas enfim, milhares de produtos presentes no nosso cotidiano ´´ um processo que cresceu vertiginosamente a partir do final da 2ª Guerra Mundial, quando os polímeros começaram a ser produzidos em larga escala, provocando uma profunda mudança no cotidiano da humanidade.
Santos é escolhida
Hoje, os minúsculos pellets são um problema mundial, com vários estudos publicados, principalmente no Japão, Estados Unidos e Europa.
No Brasil, onde há apenas registros esporádicos, cientistas da Universidade de São Paulo (USP) iniciaram no ano passado o primeiro levantamento sistemático desses resíduos nas areias das praias da região.
Em Santos, Cidade escolhida como base para o início da pesquisa, as primeiras coletas indicaram a presença de até 20 mil pellets por metro cúbico de areia em determinados trechos da orla. O número pode impressionar, mas, por enquanto, não há como comparar com outras regiões.
“Isso só será possível a partir do final deste ano e ao longo de 2010. Até lá, nosso trabalho tem como objetivo refinar o método de coleta na areia”, afirma Alexander Turra, do Instituto de Oceanográfico da USP (IOUSP), coordenador do estudo (veja quadro ‘Como é feita a pesquisa’).
Soluções
Essa primeira fase do trabalho, que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ficará restrita à Baixada Santista. Em seguida, será expandida para todas as praias do Estado, cuja previsão é estar concluída em 2011, desta feita com apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Só então, avalia Turra, será possível saber a real distribuição deste microlixo em todo o litoral paulista, inclusive identificando as áreas mais impactadas.
“A partir daí, nosso objetivo é conversar com todos os agentes envolvidos e buscar soluções. Hoje, em princípio, é praticamente impossível pensar em recolhê-los das praias. O ideal seria identificar as fontes de origem e agir conjuntamente para minimizar a dispersão dos pellets”.
- Como é feita a pesquisa
Atualmente, a equipe do IOUSP recolhe os pellets utilizando uma cavadeira manual, tipo trado (uma mistura de cavadeira com broca), muito usada nas praias para fincar as traves de campos de futebol, por exemplo. Os pesquisadores escolhem ao acaso partes da praia e cavam até a profundidade de um metro. Em seguida, a areia é colocada em um balde com água do mar para que as bolinhas flutuem. O próximo passo é coletar, contar e etiquetar os pellets. No laboratório, eles são separados por cor, tamanho e grau de desgaste, possibilitando aos cientistas descobrirem de que tipos de polímeros são feitos. Até agora, segundo Alexander Turra, cerca de 90% é composto por polipropileno (material utilizado na confecção de potes, tampas, móveis plásticos, corpos de eletrodomésticos, utilidades domésticas, peças automobilísticas etc) e polietileno (matéria-prima de baldes, garrafas, revestimentos de fios e cabos elétricos, produtos de limpeza, de higiene etc).
(Crédito da imagem: http://www.flickr.com/people/damienparasie/)
Não é Neve! São 'Lágrimas de Sereia' Tóxicas!
Isso não é neve! São centenas de milhões de minúsculas partículas de plástico que foram levadas para a orla marítima de Hong Kong, durante o pior tufão a atingir a metrópole, em 13 anos. Elas são chamadas de nurdles, ou lágrimas de sereia. E se as sereias fossem reais, neste momento elas estariam chorando.
As partículas são potencialmente tóxicas e os ambientalistas estão dizendo que a limpeza pode levar meses. O dano pode durar anos.
Um contêiner que transportava esse material, bateu contra um navio e derramou a carga.
"Então, como podemos ver, esse é o contêiner atrás de nós e está realmente começando a quebrar. Está espalhando todo o conteúdo abaixo de onde nós estamos", mostra o ambientalista Gary Stokes, representando a Sea Shepherd Conservation Society.
Agora, as margens estão tomadas por quase 150 toneladas de lágrimas de sereia.
A Sinopec, da China Petroleum and Chemical Corp, produziu esse material. De acordo com a companhia, as partículas plásticas não são tóxicas ou perigosas, por si mesmas.
No entanto, ao longo do tempo, elas podem absorver as toxinas e poluentes que podem envenenar a cadeia alimentar, se ingeridas.
"Nós conversamos com o cientista chefe, o capitão Charles Moore, ele comentou sobre isso e disse que era realmente o pior derramamento de plástico documentado que ele já havia visto. Então, é algo que é completamente sem precedentes. As pessoas não têm planos de ação sobre como limpar tudo isso e é nesse sentido que nós estamos trabalhando com o governo para tentar uma ação", contou Gary Stokes.
Já se passou mais de uma semana desde o vazamento e a marinha e o departamento de proteção ambiental de Hong Kong estão trabalhando para limpar a bagunça. No domingo, o Departamento de Proteção Ambiental disse que a qualidade da água não foi afetada.
Do ateísmo à crença
O genoma humano é formado por todo o DNA de nossa espécie;
é o código de hereditariedade da vida. O texto recém revelado
apresentava 3 bilhões de letras, escrito num código
estranho e enigmático composto de quatro letras. A complexidade
das informações contidas em cada célula do corpo humano
é tamanha e tão impressionante que ler uma letra por segundo
desse código levaria 31 anos, dia e noite, ininterruptamente.
Se imprimíssemos essas letras num tamanho de fonte
regular, em etiquetas normais, e as uníssemos, teríamos como
resultado uma torre do tamanho aproximado de um prédio de
53 andares. Pela primeira vez naquela manhã de verão, aquele
enredo fabuloso, que continha todas as instruções para construir
um ser humano, encontrava-se disponível para o mundo.
Como líder do Projeto Genoma Humano internacional, no
qual me empenhei por mais de uma década a fim de revelar a
seqüência do DNA, fiquei ao lado do presidente Bill Clinton, no
Salão Leste da Casa Branca, juntamente com Craig Venter, o
líder de uma empresa concorrente do setor privado. O primeiroministro
Tony Blair estava conectado ao evento via satélite, e
as comemorações aconteciam em várias partes do mundo.
Clinton iniciou o discurso comparando o mapa da seqüência
do genoma humano ao que Meriwether Lewis desdobrou diante
do presidente Thomas Jefferson, naquele mesmo recinto, quase
duzentos anos antes.
— Sem dúvida — afirmou Clinton —, trata-se do mapa mais
importante e mais extraordinário já produzido pela humanidade.
No entanto, a parte de seu discurso que mais chamou a atenção
do público saltou da perspectiva científica para a espiritual.
— Hoje — disse ele —, estamos aprendendo a linguagem
com a qual Deus criou a vida. Ficamos ainda mais admirados
pela complexidade, pela beleza e pela maravilha da dádiva
mais divina e mais sagrada de Deus............Leia o livro
Link para o livro:
http://www.facebook.com/l/EAQHKfpEfAQH1PGgRH6u2nSPFcUsHPeN1hdxMvWKj--yrXQ/www.congregafacil.com/Francis%2520Collins%2520-%2520A%2520Linguagem%2520de%2520Deus.pdf
Plastic Pellets "esférulas plasticas"
Danilo Balthazar Silva, fala sobre as esférulas plásticas, me ajudou muito com meu trabalho.
valeu Danilo.
Danilo Balthazar Silva é doutorando no Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP). Ele trabalha com a abundância, distribuição espacial e dispersão de Plastic Pellets (ou grânulos plásticos) no litoral do estado de São Paulo e é orientado pelo Prof. Dr Alexander Turra. Se desejar informações adicionais, contate Danilo pelo e-mail danilobalthazar@usp.br.
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